Sou um defensor da desmilitarização da Polícia Militar, tornando-a uma polícia ostensiva aos moldes Estadunidenses, sem a hieraraquia militar, que é boa pra guerra, não para lidar com o cidadão.
Sei que serei criticado, mas não estou nem aí, militar e policiamente ostensivo não combinam, e os fatos não me deixam mentir; já experimentou digitar abuso + polícia militar no Google?
Pois isso não é nenhuma novidade para ninguém, a polícia bate, atira, mata (sem generalizar) e o que nossos governantes fazem? ESTIMULAM AINDA MAIS A TRUCULÊNCIA.
É que se criou uma cultura absurda no Brasil, que diz que bandido bom é bandido morto, cultura que remonta os tempos de barbárie, onde a lei que vigorava era a do mais forte ou do grupo mais numeroso, e essa tendência é o cerne do todo o problema, como interromper o ciclo da violência sem acabar com os abusos estatais.
Vou postar esse vídeo de um delegado de São Paulo (se não estou enganado) que ilustra bem o que eu falo, e deixo a reflexão: se nós, sociedade civil (des)organizada institucionalizamos e avalizamos esse tipo de conduta, o que pensam as famílias de "bandidos" mortos pela polícia?
Ora, se se a lei proibe que a polícia aja de forma arbitrária e ela abusa, mesmo que tenha jurado defender a lei e a CF, não é previsível que o "bandido" e seus familiares matem e usem violência contra a sociedade? isso sem contar com os DIVERSOS casos de erro, onde algum cidadão acabou morto por engano, pois a polícia recebeu uma licença para matar!!!
Como coloquei no título do post: e se fosse você?
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